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sábado, 28 de dezembro de 2013

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 29 (Turmalina)

Colocando o blog em dia... A turmalina é o nome dado a uma família de minerais que têm a mesma composição química. Algumas variedades são gemas preciosas, outras são utilizadas na indústria.
A turmalina sempre foi muito requisitada na confecção de jóias e outros objetos de adorno. A palavra turmalina é uma expressão distanciada da palavra turamali do cingalês para "pedra que atrai a cinza" (uma referência a suas propriedades piroelétricas). Quando é submetida a esforço de tração, uma corrente elétrica percorre sua superfície.
A turmalina se desenvolve em granitos e pegmatitos que se formaram por atividade vulcânica, em rochas cuja composição se alterou pela ação de calor e pressão.
As mais famosas fontes de turmalinas incolores (acroíta) são o Brasil e os EUA. A elbatita foi originalmente descoberta na ilha de Elba, de onde vem seu nome. A rubelita também é encontrada no Brasil, Myanma, Madagascar, Rússia e EUA, e a dravita na Áustria, Sri Lanka, Austrália, Canadá, México e EUA.

Exemplar de Turmalina presente no fascículo 29.
E finalmente recebi notícias do fascículo 26, ele apareceu na banca e estou pra ir buscá-lo. Em breve ele aparece aqui no blog. o//

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 28 (Psilomelanita)

Meio atrasado mas vamos colocar as coisas em dia...
O fascículo 28 veio com a Psilomelanita (êta nomezinho).
A psilomelanita é classificada como mineral, embora não seja rigorosamente uma espécie distinta, mas uma mistura de vários óxidos de manganês.
Ela pode ser encontrada apenas como resultado de alterações químicas e físicas de minerais primários, preexistentes. Ela é comum em muitas regiões do mundo. Entre os mais importantes estão Brasil, Alemanha, Grã-Bretanha, Índia, Itália, México, Rússia e EUA.

Exemplar de psilomelanita presente no fascículo 28.
Amanhã prometo que posto sobre o fascículo 29. o//

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Farofa "Divina" Vegana

Hoje o assunto não é receita mas não deixa de ser comida. Queria falar um pouco sobre a farofa vegana feita pelo pessoal do Rancho dos Gnomos. É simplesmente a melhor farofa que já comi na vida. Esta farofa existe para desmistificar que comida vegetariana e vegana não têm tanto sabor quanto as com derivados de animais. Nela tem uns flocos crocantes de soja que dão um toque todo especial.
Gostaria de agradecer ao pessoal do Rancho por me enviarem essa farofa e gostaria de deixar um recado para quem lê o blog. A Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos é uma ONG muito séria que resgata e cuida de animais que sofreram maus tratos. Quando possível eles são devolvidos à natureza mas muitas vezes eles tem de ficar vivendo no Rancho pelo resto da vida. Ao menos depois de tanto sofrimento eles podem ter um tempo de tranquilidade e dignidade.
Por ser uma ONG, a verba para manutenção do Rancho vêm de doações e aí que a gente pode participar. Quem tiver interesse pelo trabalho pode visitar o site ( http://www.ranchodosgnomos.org.br/ ) e conhecer mais sobre esse lindo trabalho e quem sabe anima a fazer uma doação ou se tornar um associado e fazer uma pequena doação todo mês.
O Rancho não é aberto a visitação, é um trabalho puramente para os animais, e neles eu confio de verdade.

A melhor farofa do mundo!
Tive informações que em breve esta farofa e outras coisas poderão ser compradas pela internet. No momento só é possível comprar em alguns eventos de ONGs que o Rancho participa.
Gostaria de agradecer mais uma vez ao pessoal do Rancho do Gnomos e a todos que de alguma forma possa colaborar com esse trabalho. Somos a voz de quem não pode falar.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 27 (Opala Xiloide)

Eeeee, depois de um tempinho finalmente o fascículo 27.... mas... não era o 26?
Me pergunto a mesma coisa. Cadê o 26? Não veio nenhum aviso no fascículo como de costume quando pula uma edição e a mulher da banca de jornal está correndo atrás pra ver se descobre se esse fascículo saiu ou ainda está por vir.
Só sei que o que chegou é o 27 e a gente não deixa passar nenhum.
A opala xiloide se forma quando um tronco tombado é coberto e comprimido por camadas de rochas sedimentares. Em condições químicas apropriadas, o carbono que compõe o tronco é substituído por fluidos com alto teor de opala.
Ela pode ser encontrada na natureza nas cores mais diversas, porém, mais caracteristicamente, no tom mais ou menos marrom das árvores nas quais se originou. É um jogo de cores agradável e variado que vai de marrom e cinza a rosa, vermelho, violeta e amarelo.
A opala xiloide se forma por árvores que viveram entre 20 e 200 milhões de anos atrás.

Opala Xiloide presente no fascículo 27.
Gostei bastante desse exemplar pois ele realmente deixa que identifiquemos características da madeira na rocha. Muito interessante saber que isso já foi um ser vivo e esteve presente em uma época muito diferente da que conhecemos.
Continuo tentando resolver o mistério do fascículo 26. Espero ter novidades boas em breve... o//

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Bolinho de Grão-de-bico

Mais uma receita e dessa vez bem fácil de fazer.
O bolinho de grão-de-bico pode ser preparado rapidamente, dificilmente dá errado e rende bastante. São bolinhos bem simples fritos, mas acredito que possam também ser assados, eu não tentei, e que podem ser recheados ou misturados com outros ingredientes à gosto.

Receita:


Ingredientes:
  • 2 xícaras de grão-de-bico
  • 5 colheres de farinha de trigo
  • 1/2 cebola picada
  • 3 dentes de alho picados ou amassados
  • 3 colheres de sopa de óleo (canola ou azeite)
  • Cheiro verde picadinho
  • Suco de meio limão (mais ou menos)
  • Sal a gosto 
Preparo:

Deixe o grão de bico de molho de um dia para o outro e cozinhe com sal até ficarem macios.

Depois de cozidos, amasse bem até que não sobre nenhum pedacinho, até o ponto de ter virado uma massa e depois acrescente os outros ingredientes e misture todo muito bem. A quantidade do limão depende do seu gosto e pode colocar até mais que meio limão. 
  
Faça as bolinhas e frite em óleo bem quente.

Bom apetite!

- - - ~ - - -

Se preferir pode rechear os bolinhos com algum ingrediente ou até mesmo misturar brócolis à massa para incrementar a receita. Também pode acrescentar uma pimentinha do reino à massa para quem gosta. Quem fizer e quiser comentar dizendo como foi, o que fez de diferente, sinta-se a vontade.

Outra dica é que se encontra no mercado o grão-de-bico já cozido embalado, isso facilita ainda mais a receita. o//
 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 25 (Olivina)

Demorei mas apareci com novidades. No meio da semana passada chegou o fascículo 25 com um exemplar de olivina e o tão aguardado arquivador. Sinceramente, olhando para ele não tem nada demais. Tirando as estampas características da coleção ele é um fichário qualquer com divisórias de papel cartão e capa dura de papel também. Nem é de plástico como aqueles fichários "lindos" que costumávamos usar na escola lá nos anos 90.
Se eu pudesse estipular quanto vale esse arquivador, diria que no máximo uns R$15, metade do valor cobrado pela editora.
Agora falar um pouco da olivina. Olivina é o nome tanto do mineral quanto de seu grupo: exemplares com qualidade de gema são conhecidos como peridotos.
Os espécimes mais finos são claros, de colocação verde-oliva, de onde vem o nome do mineral. Algumas variedades são negras, castanhas ou amareladas. A oxigenação pode criar uma tonalidade avermelhada.
Os membros do grupo das olivinas pertence aos silicatos. Cada molécula é formada por dois átomos de magnésio ou ferro, junto com um átomo de silício e quarto de oxigênio.. 
É um dos minerais mais comuns da Terra, tendo também sido encontrada em rochas lunares, em meteoritos e inclusive em rochas de Marte.
As jazidas mais importantes de olivina se encontram nos seguintes países: Alemanha, Austrália, Brasil, Egito, Espanha, EUA, França, Groenlândia, Itália, México, Myanma (Birmânia), Noruega, Quênia e Suécia.

Exemplar de olivina presente no fascículo 25.
E para não ficarem só imaginando como é o arquivador. Assim é o primeiro dos 4 que fazem parte da coleção.
Particularmente acredito que adotaram uma estratégia burra liberando o primeiro arquivador somente agora. Agora podemos organizar o primeiro 1/4 da coleção porém a partir do próximo fascículo voltamos a ter que esperar mais arquivadores sem ter onde colocá-lo. O ideal seria já receber o fascículo e ter onde arquivar para conservar melhor a coleção.


Ainda não parei para ver direito como organizar os fascículos mas acredito que não seja difícil. Pelo que parece é só desmembrá-lo e ir colocando por cores das páginas, cada um em sua divisão.
Por hoje é só. o//