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sábado, 2 de agosto de 2014

C3 Tech Widebox 2.1 76W RMS SB-490B [Review]

Hoje queria falar um pouco sobre mais um produto que comprei e gostei. Era uma coisa que eu não sabia que existia. Na verdade imaginava que existia mas nunca pesquisei sobre até que vi uma matéria em uma revista de decoração e coisas do tipo e me interessei.
Sempre pensei em comprar um sistema de áudio bacana para minha TV, vídeo-game, Blu-ray player e afins mas sempre via como opção aqueles enormes home theaters com várias caixinhas que encheriam meu quarto de cabos sem contar que na maioria das vezes vêm acompanhados de um DVD/Blu-ray player.
Após fazer uma rápida pesquisa cheguei no produto C3 Tech Widebox 2.1 76W RMS SB-490B. Mas o que se trata?
Nada mais é do que uma caixa de som amplificada em formato de barra. Tudo junto com entrada stereo e saída 2.1 para vc usar onde bem entender. E além disso ela ainda tem a capacidade de rodar MP3 direto de um pendrive ou cartão SD além de possuir rádio FM.


C3 Tech Widebox 2.1 76W RMS SB-490B. Fonte: Reprodução Google
Para quem se interessa, essas são as especificações técnicas da caixa de som:

- Potência total RMS: 76W
- Subwoofer: 1x 36W RMS / 8 Ohms (5”)
- Satélites: 2x 20W RMS / 4 Ohms (3”)
- Resposta de Frequência: 20Hz-20KHz
- Relação sinal/ruído: >70 dB
- Alimentação: 110V/220V AC, 60Hz, com chaveamento manual
- Dimensões: 930 (L) x 160 (A) x 111 (P) mm

É uma caixa um pouco grande e bastante pesada mas ela oferece uma experiência bem legal. Assistir TV com um sistema de som assim faz com que você veja as coisas de outra forma. Além disso o preço dela é bem mais baixo do que de outras marcas, principalmente as mais famosas.
A C3 Tech não é uma marca top de linha mas conheço algumas pessoas que tiveram experiências boas e duradouras com sistemas de som dessa marca.
Junto com a caixa na embalagem acompanha o manual, um cabo P2 - RCA, um cabo RCA - RCA, um cabo antena FM, um controle remoto e suporte e parafusos para fixação na parede.
Atrás da caixa existe um encaixe em cada lado para que ela seja pendurada na parede. Ela também possui pezinhos para ficar tranquilamente em cima de qualquer superfície plana.
Na sua parte de baixo encontra-se a entrada de alimentação de energia, um interruptor que liga e desliga, um plugue para antena e duas entradas de áudio chamada DVD e AUX. Com isso você pode ligar dois aparelhos simultaneamente e alternar entre eles usando o controle remoto. Os plugues são voltados para baixo para que quando fixada na parede ela possa ficar certinha, sem esbarrar os cabos. Isso não atrapalha em nada ao colocá-la em cima de móveis também pois possui área útil para que os cabos façam a curva.

A qualidade e volume de som são satisfatórios, possuindo graves fortes. a frente é destacável expondo os  alto-falantes. Ela também é toda controlável pelos botões na parte frontal e o som tem realmente uma qualidade boa quando acionado o sistema SRS que simula efeito 3D Surround.
O preço do produto varia bastante na internet, podendo ser achado por valores entre R$150 e R$300. Vale a pena pesquisar bastante antes de comprar para economizar.

E de negativo? Para mim o principal ponto negativo é que após você configurar o volume, graves e outras coisas, se você desliga a caixa, mesmo que em stand by, ela desconfigura completamente. Isso é um pouco chato e não é um defeito. Ao entrar em contato com o suporte da empresa fui informado que isso é normal neste modelo.
Não são muitas configurações mas pelo menos ela podia vir com o SRS ligado como padrão. Sempre que liga a caixa tem que ativar o SRS para ficar legal.
E por que não deixar ela ligada direto? Pode-se até deixar, mas ela emite um pequeno ruído (estática) quando deixada ligada no volume máximo. É um ruído normal pelo volume que se encontra, mas se o ambiente estiver silencioso pode ser que isso seja perceptível.
Também poderia vir com um gabarito para furação na parede. Necessita de um pouco de engenhosidade para não colocá-la torta ou furar a parede em local errado. Problema que seria resolvido facilmente com um gabarito em papel para marcar os pontos de furação na parede.
Outra coisa, dessa vez azar meu, é que o controle remoto veio com mal contato na parte da bateria. As vezes ele para de funcionar e tem que ficar tirando e colocando a bateria até ele voltar. Poderia ter trocado mas como comprei na internet seria pedido que enviasse todo o produto para análise e esperar chegar outro. Isso é muito desgastante apesar de não ter custos, então preferi ficar com o aparelho assim mesmo.

Conclusão

A caixa vale a pena ser comprada. Ela não é a oitava maravilha do mundo mas responde bem às necessidades por um valor compatível. Tem um design básico sem muitas luzes, apenas um pequeno painel de 4 dígitos vermelhos que te ajuda a entender o que está acontecendo. Possui som relativamente bom e infelizmente não mantém as configurações personalizadas. Recomendo para as pessoas em geral que querem melhorar suas experiências sonoras ao assistir TV, Filmes e jogar vídeo game.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 60 (Hornblenda)

Chegou hoje na banca, buscamos hoje e postando hoje. Não é sempre que isso acontece (agradeça à cafeína).
Uma amostra bem bacana que representa bem o que se espera. Praticamente um dálmata fossilizado.
A hornblenda é o principal membro de um importante grupo de minerais silicatos denominados anfibólios. 
Ela éverde, marrom-esverdeada ou preta. Seus cristais, às vezes, apresentam nítidas formas pontiagudas, e o nome vem das palavras alemãs horn (chifre) e blenden (enganar).
É um mineral bastante difundido, formador de muitos tipos de rochas ígneas, inclusive dioritos, gabros, granodioritos e em hornblenda-xistos, nos quais, muitas vezes estão presentes a granada e o quartzo.
Alguns dos mais belos espécimes foram descobertos no Canadá, República Tcheca, Finlândia, Itália, Noruega, Suécia, Austrália e EUA.

Exemplar de Hornblenda bem bacanudo e polidinho presente no fascículo 60.
E quem acompanha a coleção sabe que no fascículo 60 tem mais uma coisinha... SIM! Mais um estojo completinho e como é de costume, a foto dele:

Terceiro estojo completo. Faltam só mais dois.
Por enquanto é só. Se a cafeína ajudar assim que chegar outro fascículo eu posto rapidinho. Se não ajudar vai ser do jeito que tava mesmo. =P

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 59 (Epídoto)

Mais um fascículo. Dessa vez fiquei bem irritado pela amostra pois não conseguia encontrar o tal Epídoto porém depois de lavar a pedra notei que o que eu achava ser sujeira era na verdade o epídoto e fiquei mais tranquilo.
O epídoto ocorre em cristais de formas incomuns e dá o nome a um grupo de minerais de aspecto semelhante.
Os cristais de epídoto têm quatro lados, dois deles mais longos que os outros dois. Certos minerais e gemas com esse mesmo formato são incluídos no grupo de epídotos.
O epídoto pode ser encontrado na Áustria, Brasil, Itália, Japão, Madagascar, Rússia e EUA.


Epídotinhos presentes no fascículo 59.
Sim, essas coisinhas minúsculas marronzinhas são os cristais de epídoto. Pena não ter uma câmera com bom macro para poder destacá-los.
Está faltando só mais uma para completar o terceiro estojo. Vamos que vamos!

terça-feira, 29 de julho de 2014

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 58 (Barita)

Mais um fascículo que chegou junto com o fascículo anterior. A amostra não diverge muito da proposta porém ela mesmo estando razoável não é impressionante.
A barita é uma das principais fontes do elemento químico Bário. Conhecida também como baritina ou espato-pesado, é um mineral incolor ou branco, que muitas vezes contém traços de azul, marrom, verde, vermelho ou amarelo. Seu nome vem do grego barys, que significa pesado.
É empregado na preparação de lama de lubrificação de brocas para perfuração de poços de gás e petróleo, como elemento destinado a encorpar papel e tecidos e como substância inerte em tintas em cores.
Depósitos importantes ocorrem na República Tcheca, Alemanha, Itália e EUA.


Exemplar de Barita presente no fascículo 58.
Amanhã mais um fascículo. As coisas estão andando rápido ultimamente. Algum palpite de que mês termina a coleção por completo?

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 57 (Wollastonita)

Mais uma sequencia de posts começando por umas amostras bem "anêmicas".
Neste fascículo veio uma amostra de Wollastonita. Esse fascinante mineral é muito usado na manufatura de ladrilhos cerâmicos, tinta e uma ampla variedade de produtos resistentes ao calor.
A Wollastonita é comumente branca ou acinzentada, mas também encontrada na tonalidade verde clara ou inteiramente incolor.
Os depósitos mais abundantes descobertos estão na Finlândia, França, Alemanha, Itália e EUA.

Amostra de Wollastonita presente no fascículo 57.
Amanhã mais um fascículo com amostra anêmica. =x

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 56 (Pedra da Lua)

AGORA SIM!!!!
Finalmente poderei evoluir minha Clefairy!!!
¹Para quem conhece Pokémon vai saber do que to falando. 
²Esperei até hoje só para fazer essa piadinha.
Brincadeiras a parte essa foi uma das pedras que acabei comprando antes num passeio em Penedo - RJ e fiquei esperando o fascículo chegar para comentar sobre o exemplar do fascículo e comprado por fora. (Manterei os dois na mesma caixinha na coleção.)
Os mais belos exemplares dessa pedra preciosa têm um magnífico brilho branco-azulado, que lembrava aos povos antigos a lua resplandecente.
Pedra da Lua é o nome popular de peças iridescentes de feldspato ortoclásio azul-claro. É raro encontrar grandes exemplares de qualidade, o que aumenta o seu valor, mas reduz o seu uso prático em joalheria e outras formas de adereços. A característica distinta de toda pedra da lua é o brilho.
Esse foi o exemplar que veio com o fascículo:


Exemplar presente no fascículo 56. Até agora não achei falando nada sobre exemplares marrons no texto. Tá mais pra Pedra de Marte.
E completando, a foto do exemplar que comprei em Penedo. Não sei se ele é real ou artificial. Prefiro ficar na dúvida do que descobrir coisas que não quero. Só sei que ele é muito bonito e representa direitinho o que é descrito como Pedra da Lua. Sendo falso ou não ele serve para mostrar o que se espera ao ver um belo exemplar.


Exemplar comprado que tem um efeito de cores bem bacana que vai do azul ao amarelo.
Bem, com isso encerro mais essa sequência. Essa coleção ta me deixando pobre. =x

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 55 (Espodumênio)

Mais um fascículo e dessa vez com um exemplar que não fede nem cheira... não é bonito nem feio. Ta ali meio que pra ocupar um quadradinho no estojo só.
Importante minério de lítio, o espodumênio também é usado em vidraçaria e em cerâmica. Ele pode ser verde, cinza, lilás ou branco. Os melhores espécimes transparentes ganham o status de gemas, embora sejam bastante frágeis e de lapidação difícil.
Ele é uma das principais fontes industriais de lítio. Esse elemento metálico, mole e prateado, é muito usado para remover o oxigênio indesejado de outros metais e na composição de certas ligas de alumínio e manganês.
O espodumênio ocorre principalmente em rochas que se originaram por atividade vulcânica no interior da Terra. As principais jazidas localizam-se: Afeganistão, Brasil, Canadá, Escócia, Itália, Madagascar, México, Brimânia, Rússia, Suécia e EUA.


Exemplar presente no fascículo 55.
Amanhã mais um fascículo para fechar essa sequência.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Coleção Tesouros da Terra - Fascículo 54 (Copal)

Mais uma sequencia de posts saindo e começando hoje pelo que se esperava ser o Âmbar e veio como Copal, além de não se parecer nadinha com o que se acha na internet (na internet a gente procura e vem as melhores fotos dos melhores exemplares, é de se esperar.
O copal é derivado de resinas solidificadas, secretadas por certas espécies de árvores tropicais. Sua cor principal é o amarelo, mas também pode apresentar as cores laranja e vermelho. Seu nome vem de copalli, termo náuate (antiga língua centro-americana, da família asteca) que designa "resina".
Embora a gema copal seja sólida por definição, também é possível extrair das raízes de árvores vivas a resina na forma líquida. Essa variedade de copal é muito utilizada na Índia e China na produção de vernizes.
O copal se parece muito com o âmbar, sendo ambas gemas orgânicas derivadas de resina vegetal, têm coloração amarela e peso específico ligeiramente superior ao da água. Até onde se pode deduzir, nem o copal nem o âmbar têm estrutura cristalina. A principal diferença entre as duas espécies é o tipo de árvore do qual são derivados: o âmbar vem das coníferas de climas subtropicais e temperado, e o copal é produzido por vegetação tropical.

Exemplar de Copal nada amarelo que veio junto ao fascículo.
Amanhã posto sobre o fascículo 55. Até lá!